Star Wars e algumas observações bobocas – Parte I

Férias de pobre é ver DVD. Pelo menos os meus são originais, emprestados do bofe num ato poético de chantagem emocional. E lá vou eu, enfileirar as trilogias Star Wars enquanto os privilegiados passeiam por Paris ou Copacabana. É a vida.

Comecei pela série nova, mesmo sabendo que teria um feeling diferente de quem assistiu a série lá nos anos 70. E as impressões iniciais são as seguintes:

Mestre Jedi. Eu quero.
  • Não dá pra ignorar o Liam Neeson. Ele é alto, gato, tem um ar de coroa charmoso, uma voz linda e ainda o colocam pra ser o mestre Jedi perto do insosso do Ewan MacGregor e daquele pirralho canastrão (não vale  a pesquisa no Google, nunca mais apareceu em filme algum). Sem falar das habilidades inerentes a um mestre Jedi: habilidades físicas indescritíves (ui) e fazer quase mágica com um objeto cilíndrido (uiuiui).
  • O pirralho que interpreta o Anakin Skywalker, cujo nome eu me recuso a saber, estragou toda a nova trilogia. Era pra sentir empatia? Não senti. Era pra sentir antipatia? Nem isso! Só dá vontade de apontar o dedo, chamar de canastrão e gritar: por-favor-saia-desta-trilogia.
  • Os cabelos melhoram muito no terceiro filme. Abaixo observe que aquele visual trancinha Padawan da esquerda não dá. Á direita, temos visuais amadurecidos, mais apropriados para mestres Jedis e rebeldes da Força.
Matriz cabelo por filme x personagem.
  • Quantas vezes eu vi um cavaleiro Jedi pendurado à beira de um precipício em 3 filmes? Milhares. Cansou mais do que ver espaçonaves explodindo. Uma referência à cena final da trilogia original? Pode ser. Mesmo assim não gostei.
  • Mestre Yoda lutando parece um macaquinho a pular.
  • Alguém me explica por que diabos colocaram a raça do Chewbacca pra correr engraçado nesta trilogia nova. Na original, pelo menos o Chewbacca consegue se locomover sem parecer uma caricatura de biba pulando Carnaval.
  • Ainda bem que não nasci rainha de planeta extraterrestre. Imagine só ter que lidar com tensões políticas e militares intergalácticos sob toneladas de arranjos na cabeça e pó-de-arroz. Mais para a frente, ela já era senadora, poderia desfilar o corpitcho magro num modelito mais adequado.
Toalete de rainha é foda.

No geral, senti que esta trilogia nova, por ter a proposta de explicar a trajetória de um herói transformado em vilão, tem um tom mais sério, e com intrigas políticas mais complexas. Muito tempo é gasto apresentando os personagens, e eu nem preciso repetir o que achei do Anakin. E nem do Liam… ai, ai, ai.

Em breve postarei a parte 2, com as impressões sobre  a trilogia original. Pelo que sei, vai ser beeem mais divertido!

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Autor: Amanda Alexandre

Uma eterna amante das paixões humanas. Ser adulto dá medo. E é fantástico também.

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