Curiosidade do dia: Hitchcock ensina a diferença entre suspense e mistério

HitchcockFonte.

Anúncios

DOWNLOAD: Livros do Jardim dos Esquecidos (Flowers in the Attic) em inglês

Não existem e-books dos livros em português. Mas se você lê em inglês, baixe a saga completo dos livros da família Dollaganger aqui.

Os arquivos estão hospedados no site Minhateca, simplesmente o melhor do país para nós afeitos a pirataria. O site exige cadastro, mas você poderá logar com o facebook.

BAIXE A SAGA “JARDIM DOS ESQUECIDOS” EM INGLÊS NO FORMATO EPUB.

Mas se você quiser baixar TODOS os livros da autora da série Virgina C. Andrews, clique aqui. Novamente, os livros estão em inglês e no formato epub.

Agora vamos aos filmes. As legendas estão no mesmo diretório. É só salvar na mesma pasta que o seu player vai tocá-las.

Baixar remake de 2014 do filme “O Jardim dos Esquecidos”.

Baixar legenda.

Baixar a sequências “Pétalas ao vento”.

Baixar legenda.

Gente famosa curtindo junto – parte 4

Imagem

Jim Parsons, o Sheldon Cooper, e a Rihanna

 

Imagem

Freddie Mercury e Maradona

 

 

Imagem

Chanel e Salvador Dalí

Imagem

Hitchcock e Sean Connery

 

 

Imagem

Debussy e Erik Satie

 

Imagem

Rosa Parks (a primeira negra a se recusar a ceder lugar em um busão para um branco nos EUA) e Martin Luther King

 

 

Imagem

Leornardo Nimoy, o dr. Spock, com Jimi Hendrix

Lavoura Arcaica e o meu problema com poesia

A partir de agora vou deixar os posts mais sucintos possíveis, porque tempo é dinheiro e convenhamos, se você mal lê o que sua mãe publica no Facebook, o que dirá do meu post?

 

Vamos lá.

 

Imagino que existam duas formas de entender poesia:

1) Para aqueles com hipersensibilidade artística: esses entendem poesia naturalmente. Para elas, poesia é como caminhar na praia e sentir o vento nos cabelos. Elas fazem em menos de um milissegundo associações semânticas que os matemáticos nunca vão entender;

 

2) Para aqueles com mente objetiva: pensar, pensar, pensar. Cada metáfora é um parto. Será que ele quis dizer isso? Ou aquilo? E a pior parte é, que sem a ajuda do Google, nunca vamos saber se entendemos mesmo.

 

Eu me encaixo no segundo grupo, o que torna ler poesia uma experiência bela, porém tortuosa. Como Lavoura Arcaica é narrativa poética, sua leitura foi difícil para mim. É muita tentativa e erro. Mas a história é relevante, e vale a pena, e vou tentar falar dela sem spoilers:

 

Acompanhamos a trajetória de um cara que, era uma vez, vivia em uma casa cheia de irmãos e com um pai supermoralista e uma mãe muito carinhosa. Um dia, ele sai de casa por causa de um certo probleminha (que eu não vou revelar o que é), o que deixa a família de coração partido, até que um dia seu irmão mais velho vai buscá-lo para tentar convencê-lo a voltar para a família.

 

A cena em que o tal probleminha é confesso é simplesmente uma das coisas mais fortes que já li na minha vida. (Sim, até para eu, que sou tapada para essas coisas poéticas!) O final é fantástico e recomendo fortemente a leitura para os que tem colhões.

E falando em nós tapados para poesia, a nossa vantagem de ler um livro assim é que você pode parar quando quiser, e retomar quando já estiver com a mente “descansada”.

Não dá para dizer o mesmo de um filme.

 

O filme foi a coisa mais fielmente adaptada para o cinema que já vi. Mostra o livro NOS MÍNIMOS DETALHES. Sem exagero. Até a garrafa de vinho que fulano e sicrano tomam. Tudo foi traduzido para o cinema, sem tirar nem por.

E uma adaptação tão fiel produz duas conclusões diferentes:

a)   O filme tem quase três horas de duração. Em um ritmo leeento, porque haja tempo para fazer tanta metáfora! ;

b)   O resultado é uma lindeza para os ultrasensíveis e uma tortura (ainda que bela) para os objetivos.

 

No livro, eu não conseguia ler uma página sem a sensação de que tomei uma porrada “literária”. No filme, eu queria gritar socorro nos primeiros 15 minutos, e imagine como fiquei quando vi que tinha mais 2h35min de filme pela frente.

 

No final, tive o filme como um exemplo de que nem sempre é uma boa ideia fazer um ipsis litteris cinematográfico, por melhor que seja o livro. E você aí brigando porque mudaram uma fala do Game of Thrones.

 

P.S.: O filme tem o nome em inglês de “To the left of the father”, ou “à esquerda do pai”, que insinua de um jeito fantástico como o moralismo do pai influenciou os personagens da trama.

Gente famosa curtindo junto – parte 3

Vamos lá, terceira parte da série.

Elizabeth Taylor e JAmes Dean
Elizabeth Taylor e JAmes Dean
Hemingway a Frank Capra
Hemingway a Frank Capra
Bette Midler, David Bowie, Michael Jackson e Cher!
Bette Midler, David Bowie, Michael Jackson e Cher!
Gerald R. Ford, herdeiro do Henry Ford, e Pelé
Gerald R. Ford, herdeiro do Henry Ford, e Pelé
John McEnroe, o tenista Djokovic e o bilionário George Branson
John McEnroe, o tenista Djokovic e o bilionário George Branson
Sartre e Foucault
Sartre e Foucault
Chuck Berry e Mick Jagger
Chuck Berry e Mick Jagger

Micro-resenha: Filme Last Night (2010)

Eu acredito que temos que assistir filmes compatíveis com o nosso ciclo menstrual; às vezes, queremos aquele filme bobinho, com mil explosões ou aquela comédia romântica estereotipada; ou também podemos querer um filme calmo, tranquilo, que nos ajuda a entender a nós mesmos, aos outros, o lugar que ocupamos no mundo e como lidamos com tudo isso. Keira Knightley (que adoro) e Sam Worthington vão a um evento da empresa dele e lá a esposa nota que rola um clima entre o marido e uma colega de trabalho.

Que é a Eva Mendes. e ninguém quer competir com a Eva Mendes.
Que é a Eva Mendes. e ninguém quer competir com a Eva Mendes.

E para piorar as coisas, o marido viajaria a trabalho no dia seguinte. Com a biscate. Ela desconfia, o casal discute. No dia seguinte, ele viaja como previsto e ela encontra um ex-namorado enquanto marido está em outro estado. E é aí que começa o suspense. Será que ele vai trair? Ou já havia traído? Ela vai trair? E se trairem, vai ser algo físico, emocional? Eu gostei do filme, as atuações estão bem maduras, e eu pessoalmente gosto muito de ver como a Keira está evoluindo tanto além de babar com aquela beleza soberba. O Sam Worthington sabe imprimir muuito bem, com muuuita sutileza as emoções, e é desse tipo sutil de interpretação que eu gosto. Mas lembre-se: assista no correto dia do mês! 😉